AMUL visita projeto itinerante Vida Marinha

15/06/2018 09:37 | Última Atualização: 18/06/2018 12:37
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No dia 09 de maio a Associação da Mulher Unimed de Lins proporcionou aos assistidos uma visita emocionante no Container Vida Marinha que retrata o fundo do mar em seu interior. Trata-se de um laboratório móvel dentro de uma grande carreta, onde várias espécies de animais marinhos encontrados nas praias, mortos em redes de pescadores por pesca predatória, vítimas de derramamento de óleo e que foram empalhados para promover a conscientização ambiental em relação à biodiversidade marinha, tudo com autorização dos órgãos ambientais competentes, a fim de servirem como objetos de estudos.

Os assistidos tiveram o privilégio de tocar nesses animais, sentirem a textura e conhecerem o tamanho real de espécies como as tartarugas, aves e cavalos marinhos, estrelas do mar, tubarões e até mesmo um filhote de tubarão e um polvo. Receberam com muito carinho as informações do biólogo Juan e puderam entender as consequências da ação humana para a desestruturação do ecossistema.

O assistido Ciro Sabino de Azevedo se encantou com o lobo marinho, através do tato pode sentir seu corpo coberto de pelugem macia castanho escuro. Ele garante que não precisa dos olhos para saber como é bela a natureza. “É um mundo incrível, encantador que eu vejo com as mãos”.

Ao segurar o filhote do tubarão martelo, alguns assistidos ficaram surpresos com a umidade do animal que estava preservado em álcool. “É estranho”, disse a assistida Marissol Ávila Bento, intercalando sorrisos com caretas pela textura úmida do animal. “Foi uma sensação incrível” destacaram outros assistidos.

A maravilhosa viagem no mundo marinho não terminou quando deixaram o espaço, pois nos dias seguintes, durante os atendimentos na AMUL tivemos conversas enriquecedoras.

Nossos agradecimentos à Unimed Lins, à presidente da AMUL Mitiko Morimoto Trida por nos proporcionar essa experiência sensorial emocionante e de muito aprendizado e aos nossos queridos voluntários. Parabenizamos o trabalho do biólogo Juan e equipe do Instituto Mata Atlântica, de Curitiba (PR).

 

   
 










Texto: Daniela Atanásio (AMUL/RSA)

 

 

 

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